Perdido, meus olhos
A fera e o cristal
Belíssima cantava
Dissonante dos acordes
Sua alma vibrava num tom
A regularidade de nenhum poliédrico
Equalizava
Pura
Amanheceu as profundezas
Porque
Chovia magnífica
Sua Natureza
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
news from Times >>> Five British soldiers shot dead by rogue Afghan policeman named

Soldados britânicos foram mortos na província de Helman, no Afeganistão.
O incrível não é o ódio que sente-se pelos afegãos, mas a falta de amor próprio (leia-se inteligência) de E.U.A., Inglaterra e aliados, que perdem centenas de soldados, numa guerra enfadonha, e anacrônica.
Todo o "universo" sabe que o único fim da tal guerra é dar manuetenção à economia dessas potências, que, lucram imensamente com a produção de armas. Sem melhores premissas, o povo acredita no terror, mas, como na ficção, essa crença faz-lhe crescer, levando a níveis absurdos as espúrias ações contra o Mal.
Estamos numa luta inexpugnável, e talvez diante da mais ininteligível agressão à vida na Terra. Não há justificativa para aniquilar-se milhares de seres humanos, como pode-se reconhecer o sacrifício de soldados, tão descaradamente, para suster a economia??? Por que não faz-se nada contra isso? Porque os E.U.A. são sempre os mocinhos? E por que os países europeus participam desse jogo do ego estadunidense?
quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Diz que você me ama, mesmo sem ter motivo.
Sem vergonha, sem medo, sem vício.
Com o coração vulnerável, meio sem sentido.
Diz que sou importante, não por ser melhor,
Só por existir, pra viver no seu mundo.
Pra estar com você, pra perder a cabeça.
Pra não olhar para trás,
Sem dor, sem solidão,
Só com você.
Com seus sonhos, com seus desejos;
Sem hora pra acabar,
Só um minuto pra pensar.
Sem compromisso, ou responsabilidade.
Sem desculpas,
No mundo, só nós dois.
Só para você.
domingo, 25 de outubro de 2009
Feriado do dia dos professores
Dia dos professores


Me atrasei um pouco, é verdade, mas não me esqueci, nem poderia.
Desde a mais tenra infância somos confiados a esses guerreiros, nossos heróis. São nossa maior e principal influência, nossos orientadores.
Por muitas vezes seus puxões de orelha nos magoaram, feriram, mas sempre essenciais para mostrar quando erramos.
É difícil acreditar que um dia vamos estar separados, que não poderemos mais contar com seus conselhos, suas opiniões (sempre certas), e toda sua boa vontade em nos ajudar (mesmo quando brincamos fora de hora). Realmente triste, mas só podemos agradecer, porque afinal de contas, vocês nos prepararam pra enfrentar esse mundo, INJUSTO, DESLEAL, que corrompe a tantos.
Muito obrigado por nos fazerem homens (e mulheres) melhores.
Sei que a vida passa rápido, muitos de vocês não estão tão perto quanto gostaria, mas saibam que nenhum de vocês não sai do meu coração.
MUITO OBRIGADO!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
REQUIEM VVLTVM ORQUIDAE
hOh doce lua, triste e fria
Em teus braços entrego minh'alma
Despida de esperança
Em serena serenata a serenar a cena:
A hora dessemelhante, ingênua, amena.
Um Ode ecoa à brisa
E brada
Pelas sete portas, sete sílabas: a vida
Não vive já.
És é e o será
Por toda a ...
Qual nada muita mágoa
Que se traça, traga e amarga à parva
À noite frígida, o eclipse oculto da orquídea.
sábado, 1 de agosto de 2009
Passagem
"Tempo, tempo, tempo...
Tritura as almas, destrói os sonhos,
E quando tudo passa, já não somos mais nem o que sobrou.
Maldito tempo, que apaga da memória as lembranças de amor.
Maldito tempo, que faz sucumbir ódio e rancor.
Maldito tempo, que nos aprisiona entre um futuro que nunca chega
E um passado que jamais voltou;
Num presente de lembranças frugais e projetos banais...
Tempo que atrapalha os amantes;
Separa os amigos;
Desfaz as familias;
Viola os pais;
Que desonra os filhos;
E continua passando por cima do que era antes."
Essa balada fala de um tempo a que não estudamos, maior que o tempo científico, mais importante que o tempo de vida; fala de um tempo que não estamos treinados a identificar, é o tempo do tempo.
Não podemos medi-lo em horas, minutos, segundos, ou qualquer outra grandeza física, porque esse tempo coexiste em si mesmo, ditando as próprias regras.Ele atua de dentro pra fora, nos levando a um estado de insipiência máxima e irreversível, nos faz ficar ocos.
Tritura as almas, destrói os sonhos,
E quando tudo passa, já não somos mais nem o que sobrou.
Maldito tempo, que apaga da memória as lembranças de amor.
Maldito tempo, que faz sucumbir ódio e rancor.
Maldito tempo, que nos aprisiona entre um futuro que nunca chega
E um passado que jamais voltou;
Num presente de lembranças frugais e projetos banais...
Tempo que atrapalha os amantes;
Separa os amigos;
Desfaz as familias;
Viola os pais;
Que desonra os filhos;
E continua passando por cima do que era antes."
Essa balada fala de um tempo a que não estudamos, maior que o tempo científico, mais importante que o tempo de vida; fala de um tempo que não estamos treinados a identificar, é o tempo do tempo.
Não podemos medi-lo em horas, minutos, segundos, ou qualquer outra grandeza física, porque esse tempo coexiste em si mesmo, ditando as próprias regras.Ele atua de dentro pra fora, nos levando a um estado de insipiência máxima e irreversível, nos faz ficar ocos.
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