Gêneros

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Suicídio

Urros gritos e gemidos / Incendeiam meu peito
Homens mulheres caídos aos meus pés
(Me amam e me desejam)
Banham-se em meu sangue / Cintilante como as estrelas
Eu sou a Lua!
A lhes tirar a culpa / A marca deixada pelo tempo
Em seus corpos apodrecidos pelo veneno
Lento e meticuloso (Implacável, porém)
Dá-lhes sempre que o tomam um dia,
Em troca rouba o brilho dos olhos
Suga suas forças / Seus sonhos e amores
Humilha e leva-lhes à sarjeta
Faz do lodo a quintessência
E esconde o elixir dos vermes / Tão pútridos e tão belos
Antídoto condenado ao fundo desse precipício
Que beiram seus pés e encerra a solução de todos os problemas.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O canto de cristal

Perdido, meus olhos

A fera e o cristal

Belíssima cantava

Dissonante dos acordes

Sua alma vibrava num tom

A regularidade de nenhum poliédrico

Equalizava

Pura

Amanheceu as profundezas

Porque

Chovia magnífica

Sua Natureza

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

news from Times >>> Five British soldiers shot dead by rogue Afghan policeman named


Soldados britânicos foram mortos na província de Helman, no Afeganistão.

O incrível não é o ódio que sente-se pelos afegãos, mas a falta de amor próprio (leia-se inteligência) de E.U.A., Inglaterra e aliados, que perdem centenas de soldados, numa guerra enfadonha, e anacrônica.
Todo o "universo" sabe que o único fim da tal guerra é dar manuetenção à economia dessas potências, que, lucram imensamente com a produção de armas. Sem melhores premissas, o povo acredita no terror, mas, como na ficção, essa crença faz-lhe crescer, levando a níveis absurdos as espúrias ações contra o Mal.
Estamos numa luta inexpugnável, e talvez diante da mais ininteligível agressão à vida na Terra. Não há justificativa para aniquilar-se milhares de seres humanos, como pode-se reconhecer o sacrifício de soldados, tão descaradamente, para suster a economia??? Por que não faz-se nada contra isso? Porque os E.U.A. são sempre os mocinhos? E por que os países europeus participam desse jogo do ego estadunidense?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Diz que você me ama, mesmo sem ter motivo.
Sem vergonha, sem medo, sem vício.
Com o coração vulnerável, meio sem sentido.
Diz que sou importante, não por ser melhor,
Só por existir, pra viver no seu mundo.
Pra estar com você, pra perder a cabeça.
Pra não olhar para trás,
Sem dor, sem solidão,
Só com você.
Com seus sonhos, com seus desejos;
Sem hora pra acabar,
Só um minuto pra pensar.
Sem compromisso, ou responsabilidade.
Sem desculpas,
No mundo, só nós dois.
Só para você.

domingo, 25 de outubro de 2009

Feriado do dia dos professores











não teve aula, neah...

aproveitei pra sair com Jéssica, fomos no Solar do Unhão, e no Centro Cultural Caixa Ecômica

o Solar é lindo, a primeira vez que eu e Jéu fomos, um clima fantástico, a brisa, o mar, lindo.

\Todos deveriam conhecer!!!

Dia dos professores



Me atrasei um pouco, é verdade, mas não me esqueci, nem poderia.




Desde a mais tenra infância somos confiados a esses guerreiros, nossos heróis. São nossa maior e principal influência, nossos orientadores.
Por muitas vezes seus puxões de orelha nos magoaram, feriram, mas sempre essenciais para mostrar quando erramos.
É difícil acreditar que um dia vamos estar separados, que não poderemos mais contar com seus conselhos, suas opiniões (sempre certas), e toda sua boa vontade em nos ajudar (mesmo quando brincamos fora de hora). Realmente triste, mas só podemos agradecer, porque afinal de contas, vocês nos prepararam pra enfrentar esse mundo, INJUSTO, DESLEAL, que corrompe a tantos.
Muito obrigado por nos fazerem homens (e mulheres) melhores.
Sei que a vida passa rápido, muitos de vocês não estão tão perto quanto gostaria, mas saibam que nenhum de vocês não sai do meu coração.

MUITO OBRIGADO!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

REQUIEM VVLTVM ORQUIDAE

hOh doce lua, triste e fria
Em teus braços entrego minh'alma
Despida de esperança
Em serena serenata a serenar a cena:
A hora dessemelhante, ingênua, amena.
Um Ode ecoa à brisa
E brada
Pelas sete portas, sete sílabas: a vida
Não vive já.
És é e o será
Por toda a ...
Qual nada muita mágoa
Que se traça, traga e amarga à parva
À noite frígida, o eclipse oculto da orquídea.

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